Tem dias e dias, mas todos são nossos!

Bem estar

Ser mulher é ser infinito

Ser mulher é ser verbo em constante mudança. Não há planeta distante o bastante e nem uma estrela que esteja perto de definir algo tão infinito
Manifestação da natureza, é raiz e fruto do próprio amor. Uma força criativa e realizadora. Que protege o sentido da vida com toda a sua garra, graça e beleza.

Do ponto de vista energético, levando em consideração os aspectos da cultura chinesa Yin e Yang, as características Yin e Yang são uma coisa e o gênero feminino e masculino é outra. O feminino está ligado à sensibilidade, calma e intuição. O masculino está ligado à força e ao pensamento racional. Os dois lados coabitam dentro de todos nós, revezando o protagonismo de acordo com o estado mental, espiritual e emocional.

Falando em protagonismo, historicamente as mulheres precisaram (e até hoje assim seguem) lutar para ter algo que sempre foi delas. Talvez a falta de compreensão histórica, pela imensa maioria de uma sociedade machista, de que intuição, sensibilidade e suavidade podem coexistir com a força, com o ímpeto e com o racional, seja uma das principais causas que nos levaram à construção de uma sociedade patriarcal.

Qual a origem do Dia da Mulher?

No Brasil, é muito comum relacionar a origem do dia da mulher ao incêndio ocorrido em Nova York no dia 25 de março de 1911 na Triangle Shirtwaist Company, que matou 146 trabalhadores — 125 mulheres e 21 homens, trazendo à tona as péssimas condições enfrentadas por mulheres na Revolução Industrial.

No entanto, registros anteriores nos levam a uma grande passeata realizada em 26 de fevereiro de 1909, também em Nova York. Cerca de 15 mil mulheres marcharam por melhores condições de trabalho. Mas o dia 8 de março acabou prevalecendo, graças aos protestos contra a fome e a Primeira Guerra Mundial que tomaram conta da Rússia em 1917. O Dia Internacional da Mulher foi oficializado apenas em 1975.
(fonte bbc )

O poder de uma semente

A ascensão do feminismo na última década se deve aos frutos colhidos das grandes investidas no passado e à união global e virtual, bastante incentivada por movimentos sociais feministas que encorajaram mulheres do mundo todo a compartilharem suas dores e indignações. O movimento Me Too, que teve a sua semente plantada por Tarana Burke em 1996 ganhou uma projeção avassaladora apenas na última década, dando voz a milhares e milhares de mulheres.

Autocuidado e aceitação do próprio corpo

Ao longo dos séculos, a humanidade impôs regras. Mulheres foram submetidas a padrões de comportamento e beleza, como se fossem peças para se encaixar e não pessoas completas e complexas com iguais direitos de liberdade para ser e conviver. Cada corpo, um corpo, cada história, uma história. Os tempos mudaram.

A aceitação do próprio corpo é apenas uma parte das lutas diárias na rotina feminina. O autocuidado como uma ferramenta para alcançar o amor próprio é sem dúvida uma prática saudável e prazerosa. O autocuidado nos faz lembrar de que para ser, basta existir!

A todas as mulheres o nosso amor e respeito por serem quem são e lutarem pelo o que acreditam. Um dia a luta ainda há de dar espaço para a liberdade plena.

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